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Economista, Administrador, Analista de Sistemas e Pensador (forcei). Meu suporte está em Deus que me elegeu na eternidade como Seu filho sem nenhum mérito para mim, na minha esposa Verônica e meus filhos, os manos Accete, Raphael, Philipi e Victor. Amo a Deus sobre tudo. Mas não posso esquecer que sou Flamengo e tenho duas negas chamadas Penelope e Joaquina, a galega doida Lara Croft e a mulambo de estopa, Cocada.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Fora Dilma e leve essa gentalha junto com voce.

Nunca votei e nunca votarei no PT.



Desde a primeira eleição em que estiveram presentes tenho a mesma opinião sobre Lula e sua turma. Antes até achava que dentro do PT existiam alguns inocentes úteis, que com o passar do tempo foram sendo corrompidos até na ética pelo líder o qual sempre entendi como um aproveitador, mentiroso, egoísta e preguiçoso.

O passar do tempo só fez confirmar para mim essas características nefastas, na verdade aprofundar minha convicção sobre ele e sua turma.

Se no começo minha ojeriza era mais firmada nas opções ideológicas de esquerdismo totalitário e intolerante, a estas foram acrescidas meu asco a roubalheira, falta de caráter e viés fascista se exacerbando.

Rio, quando vejo seguidores da seita lulopetista resmungando contra as críticas, mesmo as exageradas. Somos, nós que não participamos da mesma fé cega, rotulados todos de classe média odienta e reacionária, apesar de que grande parte de seu apoio esteja exatamente na classe média brasileira forjada artificialmente por pessoas que vivem em função do emprego público.

Na mistificação da seita lulopetista, vemos uma glamourização da vitimização, onde os realmente necessitados nada mais são do que massa de manobra, revivendo aqui no Nordeste o coronelismo, onde o peão vivia em função da benesses e sob o cabresto do dono de engenho. Só que agora de forma mais cínica, já que o dinheiro usado para escravizar o pensamento do peão é dos outros. Não, não sou contra programas assistenciais, mas transformar isso em política partidária demonstra a falta de caráter dessa turma.

Outra estratégia é a comparação constante com o FHC, tentando rotular o PSDB como liberal, o que nunca foi, basta ler o que FHC e Serra escreviam em seus momentos SEPAL. Mas para essa turma ler dá muito trabalho.

Mas o principal aqui nem é mais discutir um modelo econômico ou político, e sim o viés antidemocrático desse pessoal, seu apoio a grupelhos terroristas, nacionais e internacionais, ou o que seriam o MTST de Boulos, o MST de Stedile, e o Levante Islâmico? Movimentos sociais? Deixa de brincadeira.

Se você vai querer manter essa turma, não tenho qualquer dúvida em afirmar que faz parte de um desses grupos: os tolos beneficiados, os idiotas que não querem dar o braço a torcer, ou os expertos mais beneficiados ainda.

Sou a favor da democracia e defendo ferrenhamente inclusive o direito dos idiotas votarem, mas não me peçam para achar que isso é bom para o país. Temo pelo que fizeram ao Brasil, mesmo que afastemos os petralhas do poder, ainda levaremos décadas para recuperar a nossa sociedade desse mal, mas temo ainda mais pelo que teremos que enfrentar daqui para frente se essa turma tiver mais tempo para destruir tudo que foi construído no Brasil pós regime militar.

Gostaria muito de ter um candidato que de fato representasse aquilo que defendo, Democracia , Liberdade e Justiça. Mas vou ter que me conformar em votar em alguém que tenha algo próximo disso no primeiro turno, e no segundo, se ele não passar, escolher qualquer alternativa entre Aécio e Marina, dos quais nenhum dos dois me agrada. Mas entre qualquer um destes e Dilma, tenho absoluta certeza que escolher o poste de Lula será decidir pela avacalhação final do meu país, e jogar perigosamente com as liberdades individuais, de imprensa, por em risco a democracia conquistada, não por grupelhos de foice e martelo.

Por último, falando como cristão, não compreendo um cristão votando em alguém que defende valores totalmente contrários aos nossos, tais como aborto, fim da família como a conhecemos e defendemos. Tolerância não é a mesma coisa que concordância.


E tenho dito.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

TERROR INIMAGINÁVEL!



De tudo que já foi dito sobre o Vexame Monumental de Ontem queria apenas corroborar ou acrescentar o seguinte:

1. Foi sim um resultado catastrófico. Nenhuma, repito, nenhuma seleção de ponta tomou uma goleada dessas em jogos oficiais;

2. Scolari ir para a TV e dizer que assume a culpa, é mais uma vigarice dele, peça demissão e cometa harakiri que eu acredito que voce está assumindo a culpa;

3. Não acho que o mundo vá acabar por causa desse jogo, mas também não acho que dá para ter uma atitude blasé e ficar repetindo que é só um jogo de futebol; E sim, estou sem coragem sequer de encarar a minha cachorra que é um dog alemão, Preta e usa uma coleira vermelha;

4. Nenhum técnico de time nenhum seria mantido no cargo depois de uma derrota dessas;

5. A imprensa esportiva brasileira por medo ou outros interesses vinha blindando um time sem a menor condição técnica e emocional de disputar uma copa e agora se vê constrangida a criticar aqueles que até um dia desses eles defendiam;

6. Ficou claro que o time foi, e sempre foi, um bando sem coordenação, sem direção e sem alguém que impusesse autoridade; Faltou alguém como Didi em 58 com autoridade moral e técnica para ir buscar a bola com calma após o primeiro gol e dar tranquilidade e por ordem na casa;

7. Não foi apenas o fato de ter tomado 3 gols em 3 minutos, coisa que nem time de mirim ou fraldinha toma mais, mas como tomou, nem em 1998 na final contra a França tivemos uma postura tão abestalhada;

8. Mais uma vez ficou claro que o Scolari como técnico não passa de um motivador de quinta, e que a sua família não estava preparada para disputar uma competição como essa. Já tinham se descontrolado emocionalmente contra a poderosa (!?) Colômbia, distribuindo catiripapos e rasteiras em profusão, e ontem nem isso foram capazes de fazer;

9. Em relação a futebol podemos dizer que só mesmo arrogância, prepotência e teimosia levaram a escalação de Bernard e a manutenção de Fred no time; A crença e confiança apenas nos superpoderes (!?) do menino Neymarrrrrrrrrrr, já tinham demonstrado ser uma aposta equivocada, quando quase perdemos do México;

10. O uso político que o governo tentou fazer do pífio sucesso, o ignis fatuus, também prejudicou e isso fica claro nas declarações do David Luiz que queria dar "Alegria ao meu povo". És rei cara pálida? Um seleção emocionalmente desequilibrada e com foco descalibrado.

A seleção da Alemanha é isso tudo? Não. A seleção brasileira é nada? Não. Mas ontem foi.

Por fim nem parei ainda para pensar que história vou inventar quando tiver que falar com meus netos sobre a copa de 2014 no Brasil. 1950, 1974, 1982 e 1998 perdem qualquer importância diante desta. Barbosa de 1950, Zagalo em 1974, Cerezzo em 1982, Ronaldinho em 1998 estão totalmente absolvidos, ou pelo menos esquecidos em seus infortúnios. 

Duvido que essa geração que aí está consiga se recuperar emocionalmente. Vão continuar suas carreiras ganhando títulos em seus clubes e ganhando muito dinheiro, mas na seleção, não vejo como permanecerem.

Não foi apenas "uma" derrota. FOI A DERROTA. Essa página horrenda da história do futebol brasileiro creio que jamais será igualada por mais que se tente. Faltam adjetivos para denotar o que foi esse Alemanha 7 x 1 Brasil. Acachapante, Vergonhoso, Ignomínia, Ultrajante, tudo isso não é suficiente para descrever.

Continuo brasileiro, e não confundo futebol com política, apesar de muitos, inlcusive o governo ter adotado essa postura.

Mas acho que meu interesse pela seleção brasileira de futebol acabou ontem de forma quase definitiva, não pela derrota em si, mas por ter faltado claramente, parafraseando Collor, aquilo roxo.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

VAI TER COPA E EU VOU TORCER



Não há mais dúvida, vai ter copa sim. E eu como brasileiro, vou torcer, pelo Brasil, quero o Brasil campeão.

Porém isso não fecha meus olhos para questões óbvias, a despeito de nossa GovernAnta, querer ressuscitar o bordões da ditadura militar, associando futebol e política. Aliás, associação de futebol e política só serve, e serviu, a beneficiar os políticos e malfadar o futebol.

Falando primeiro de futebol, não sou fã do Felipão, o qual conheço desde que era apenas Luis Felipe, um zagueiro botinudo e desleal jogando pelo CSA/Al, pelo contrário, não acho que seu jeito de conduzir o futebol seja benéfico, nem tampouco ético e honesto. 

Sobre a seleção em si, vi muita gente comemorando como bom o fato da convocação não ter polêmicas, eu, pelo contrário acho isso péssimo, significa que só temos isso aí mesmo, e olhe lá, dê-se por satisfeito. Preferia quando discutíamos se devíamos ter como cabeça de área Falcão, Batista, Andrade ou Toninho Cerezo. Mas vamos lá, em se tratando de futebol, mesmo os menos empolgados como eu, torceremos pela seleção. Confesso que tivesse um jogo de juniores do Flamengo no mesmo horário eu iria assistir o jogo do Flamengo. Mas isso é outro papo.

Mas também, não estou na turma dos que acham que os que preferem que o Brasil perca devem ser extraditados para um Gulag na Sibéria. Cada um com seu cada um. Não vejo a seleção, discordando de Nelson Rodrigues, como a pátria de chuteiras, se o Brasil perder, não mudará muito meu humor.

E isso nos leva a segunda questão, a tentativa de nossa PresidAnta, em associar aqueles que protestam contra os absurdos do seu governo a um pessoal não patriota que deseja sempre o mal do Brasil, incluindo aí a Seleção de Futebol.

Não minha senhora, não é assim, os que protestam, reclamam exatamente do uso do futebol com fins eleitoreiros e a corrupção e desmandos que grassam no governo da senhora. É bobagem afirmar que o dinheiro gasto na copa resolveria os problemas do Brasil. Foram R$ 30 bilhões, isso dividido pelos 200 milhões de brasileiros, daria R$ 150 por pessoa, ou seja, não é esse o problema, nem mesmo se distribuíssemos pelos Bolsas-Famílias seria grande coisa, R$ 2.000 por Bolsa.

O que se questiona é a prioridade dada por este governo da senhora ao evento, e apenas na construção das Arenas (aliás essa nova nomenclatura é uma das coisas mais chatas que existem na imprensa), o fato das mesmas terem absorvido dinheiro público, de várias delas virarem elefantes brancos após a copa, estádios construídos em locais onde nem há futebol de relevância.

O que se crítica é que nenhum grande legado se deixará de fato a população brasileira. Apenas empreiteiras e sabe-se lá mais quem na obscuridade se beneficiaram da Copa das Copas. Claro a FIFA também.

Uma das coisas que vejo como boas, é que percebo a população em geral, inclusive a classe menos esclarecida, começando a separar as duas coisas, pelo menos em boa parte, mesmo na maioria.

E é isso que devemos fazer, torcer pela seleção, de acordo com seu amor por futebol e pela seleção, protestar sim, pelos desmandos deste governo, receber bem os que nos visitam, sem no entanto esconder nossas mazelas.

Em outras palavras, aprender um pouco sobre cidadania. E lá, no ainda aparentemente distante outubro, votar conscientemente e tirar do poder aqueles que tentam transformar o Brasil em mais uma republiqueta bolivariana.

Não me acanho de cantar, como cantei em outros momentos:

200 milhões em ação
Prá frente Brasil
Salve a Seleção

E isso não me faz um alienado.

Ao mesmo tempo faço questão de gritar

Fora Dilma e leva o PT com voce.

E isso me faz apenas mais um brasileiro, nem inimigo da pátria dona GovernAnta.

terça-feira, 10 de junho de 2014

SUCESSO NOS PROJETOS DE BI




Diretora de pesquisa do Gartner, Rita Sallam, afirma que usuários são impacientes e TI precisa trabalhar para que projeto atenda usabilidade, velocidade e relevância

Há cinco anos as soluções de análise aparecem na lista de prioridades dos CIOs elaborada anualmente pelo Gartner. Para 2012, essa tecnologia está no topo do ranking. Em tempo de big data, fazer um uso adequado e inteligente das informações nunca foi tão importante e não é a toa que a adesão deve crescer e, finalmente, muitos projetos de BI deslancharão.

Para se ter uma ideia de como anda o mundo do BI e das soluções analíticas, Rita Sallan, diretora de pesquisa do Gartner, afirmou, em apresentação no MicroStrategy World 2012, que apenas 28% dos potenciais usuários de BI têm acesso à plataforma atualmente. Embora a projeção aponte que, até 2020, esse nível deva chegar a 70%, a especialista entende que existem três elementos chave para ampliar a adesão: usabilidade, velocidade e relevância.

“As pessoas estão no Twitter, Facebook, Foursqaure, então é preciso pensar dessa forma. Fácil de usar, interface amigável, acesso rápido, senão não terá adoção. Os dispositivos móveis propiciam isso também”, avisa Rita.

Vamos, então, aos pontos levantados pela especialista:

- Impaciência: os usuários de BI estão cada vez mais impacientes e não querem um manual para uso do produto. Isso só reforça a necessidade de escolher um software que seja fácil de usar. “O critério número um de escolha é usabilidade”, aponta.

- Visual: nunca a estética esteve tão em alta na tecnologia quando o assunto é software e não hardware. O apelo visual das soluções tem sido extremamente importante, uma vez que está totalmente ligado à facilidade de uso. Rita lembra que dashboards e visualizações diversas têm crescido nos pedidos feitos tanto por usuários quanto por CIOs. As pessoas querem e precisam de algo que facilite o entendimento.

- Mobilidade: não há como fugir. A quantidade de usuários móveis nas empresas cresce a cada dia, assim como aqueles que fazem uso de soluções de BI e análises de forma geral. Eles querem o software disponível no tablet e no smartphone. Para a especialista, o mercado tem respondido bem. E, neste ponto, usabilidade, relevância e velocidade são mais que essenciais.

De acordo com o Gartner, até 2014, 33% dos softwares de análise serão consumidos por dispositivos móveis. Até o final deste ano, ao menos 55% das organizações que lançarem projetos de BI, os farão já com o lançamento móvel. Por fim, o instituto prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de BI em mobilidade ultrapassarão os projetos em PCs. “Trata-se de uma grande mudança de cenário”, entende Rita.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Como obter sucesso num projeto de TI




Porque muitas organizações se decepcionam com a chamada INFORMÁTICA?

De fato muitos fatores impactam no sucesso ou não de um projeto que lida com a Tecnologia da Informação, desde expectativas irreais, passando por falta de preparo da organização, erros de avaliação de necessidades e capacidades, bem como fornecedores de produtos e serviços pouco compromissados com o sucesso do projeto.

Mas sem dúvida um erro que certamente será fatal, mesmo que os demais estejam bem alinhados, é menosprezar a figura do Gerente de Projeto.

Cada ação necessária precisa ser bem identificada, planejada de forma encadeada com as demais e acompanhada de perto. A dinâmica natural de qualquer processo em nossas vidas não pode servir de desculpa para o improviso continuo de nossas ações.

Muitos dos custos exagerados nos processos de implantação de soluções de TI vem exatamente do método de tentativas e erros. Uma frase marcante do 16o presidente americano, Abraham Lincoln, nos dá uma medida da necessidade de preparação, “Se tivesse 9 horas para cortar uma árvore, passaria 6 horas afiando meu machado.”

A nossa pressa em cortar a árvores, nos faz muitas vezes despendermos bem mais de 9 horas por não afiarmos nosso machado previamente. As horas gastas em preparação e planejamento sempre serão recuperadas mais adiante, evitando gastos desnecessários.

Mas somente o planejamento não garante o sucesso, o acompanhamento, prevendo os riscos inerentes ao processo, antecipando os gargalos e a tomada de medidas corretivas antes de que um pequeno problema se transforme numa grave crise são também fundamentais.

Se você já passou por experiências ruins de projetos que pareciam um paraíso no início e se tornaram um caos durante sua implementação, provavelmente tentou atravessar esse processo sem um profissional qualificado para executar a gestão do projeto, e descobriu um pouco tarde que esse investimento gerou um custo alto, e o que é pior, ao invés do sucesso projetado, colheu uma mala que terá que arrastar sem alça por um longo tempo.


Pense nisso. O investimento num bom gestor de projetos é uma garantia de retorno no seu investimento, e a certeza de que a TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO não será uma esfinge voraz e indecifrável para sua organização.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Os ligerinhos são os mesmos que param em cima da faixa de pedestre.






Um dias desses em mais um embarque no aeroporto me deparei com uma cena recorrente. A atendente da companhia aérea chama para o embarque os passageiros e como de costume, as prioridades tem por assim dizer, prioridade no embarque.

Passam os idosos, os adultos com crianças, os demais com algum tipo de dificuldade de locomoção, sei o que é isso pois já fiquei quatro meses como cadeirante e mais quatro como muletante.

Mal esse pessoal começa a caminhada pelo portão de embarque, o que em alguns aeroportos como o de Recife, podem se assemelhar a uma meia maratona, até chegar a porta da aeronave, a atendente começa a liberar o restante do pessoal. 

Fiquem observando que sempre tem os ligerinhos. Aqueles que saem depois e chegam sempre antes. Ultrapassam idosos, crianças e saiam da frente porque alguns até atropelam as prioridades.

Fico me perguntando se esse pessoal acha que as prioridades não deveriam ter, por assim dizer, prioridade, ou eles acham-se mais espertos por passarem na frente dos demais.

Ora, se as pessoas com maior dificuldade de locomoção e acomodação são chamados antes, é porque eles precisam chegar antes na aeronave, sem serem empurrados e pressionados pelos demais, para que possam receber ajuda dos comissários. 

Somos de fato um povo na sua maioria de mal educados. Não tenho muitas dúvidas que esses mesmos ligerinhos, são os que param em cima das faixas de pedestres, avançam sinais e costuram tresloucadamente no transito. Furam filas, se aproveitam de tudo.

Existe uma lógica do embarque ser segmentado, e não se engane, o avião só vai decolar quanto todos embarcarem, por mais ligerinho que voce seja.

BOLSA FAMÍLIA X DESEMPREGO: Ou a Fábula de mais uma contabilidade criativa.





Vamos fazer um raciocínio matemático fácil. dá para qualquer um acompanhar.

O Brasil tem uma população aproximada de 200 milhões de habitantes.

Existe um conceito de população economicamente ativa, que nada mais é do que a soma de todos os adultos em condições de trabalhar. Segundo o IBGE essa população gira em torno de 43 milhões, na nomenclatura de Populacão em Idade Ativa. O que convenhamos é um número muito baixo. Tratemos com o percentual de 60% de pessoas economicamente ativas.

Esse percentual vai dar cerca de 120 milhões de pessoas em condições de trabalhar. Pois bem, segundo o governo o desemprego é de apenas 5%, ou seja 6 milhões de desempregados.

Nosso governo paga quase 15 milhões pessoas no Bolsa Família.

Considerando que o Bolsa Família deveria ser pago aquelas famílias sem renda, e segundo limites oficiais um trabalhador que recebe o Salário Mínimo já está fora do BF. 

Como explicar essa diferença contábil? E olhe que estamos considerando que os 120 milhões são solteiros e vivem só, porque se casarmos uma parte deles a diferença será ainda maior.

Sendo racional só vejo duas hipóteses:

1. PAGAMOS 9 MILHÕES DE BOLSA FAMÍLIA A QUEM NÃO PRECISA;

2. O DESEMPREGO NO BRASIL NÃO É DE APENAS 5% E SIM DE PELO MENOS 12,5%;


De fato calcula-se por contas honestas que o desemprego no Brasil gira em torno de 20 a 21% da população economicamente ativa.

Por outra, voces sabem como o governo chega aos 5%. Contando quem procurou emprego nas agencias governamentais. Quem não passa por lá, a turma dos bicos e dos que preferem a pouca miséria do BF não contam.

Isso é matemática, e a não ser que as ciências humanas de esquerda consigam derrubar, as leis da matemática são absolutas e não permitem desaforos.

Ps.:

O Post foi criticado dessa forma, a resposta segue abaixo

a) a primeira delas é que a taxa de desemprego não é um conceito diretamente ligado à população economicamente ativa e sim à população em busca de trabalho. O artigo desvirtua os conceitos estatísticos relacionados à taxa de desemprego e depois argumenta sobre os conceitos desvirtuados; Por isso ele faz a "bondade" de desconsiderar o número do IBGE, quase triplicando-o; porque sem fazer isso a conta dele faria sentido nenhum e assim parece fazaer algum. Pois não faz. 

b) índice de desemprego mede o percentual de pessoas que, estando sem trabalho, procurou trabalho durante o período anterior e não encontrou. E não tem nenhuma relação com salário mínimo.

c) o artigo tenta relacionar o bolsa família com o índice de desemprego quando, na verdade, as duas coisas não tem relação alguma. As estatísticas mostram que mais de 70 dos beneficiários do BF trabalham. E trabalham muito. O que nçao significa que consigam, com seu trabalho, alcançar uma renda mínima que garanta alguma dignidade. As pessoas não recebem BF porque estão sem trabalho. Recebem porque não têm renda. 

Essa busca incessante de alguns articulistas por dar consistências a essas expressões midiáticas, tais como "contabilidade criativa" e outras semelhantes, acaba provocando esse tipo de coisa. O cara não tem uma notícia. Ele tem uma opinião e faz a notícia sem pesquisa.



O texto é meu mesmo. E não é falacioso porque


A) O texto critica exatamente esse conceito brasileiro que só está desempregado quem busca emprego nas agência públicas, como está escrito no próprio texto. 
O conceito de PEA – População Economicamente Ativa, não é meu, ele é de aceitação mundial conforme aprendemos quando estudamos economia e administração. (http://professorsl.blogspot.com.br/2011/11/pea-populacao-economicamente-ativa.html) 
Esse conceito de que PEA só é quem busca emprego é criatividade brasileira. Óbvio que há de ser descontado do total além dos empregados com carteira assinada ou outro tipo de emprego formal, como funcionalismo do regime jurídico único, os empresários.
É um equívoco claro portanto considerar que no Brasil existam apenas 43 milhões de pessoas entre 10 e 60 anos. Mas vá lá que seja. 
Na ânsia de contestar não foi percebido que o aumento do número favorece a estatística governamental. Senão vejamos. Se usarmos o número de 43 milhões teríamos apenas 2,15 milhões de desempregados. Contrastando ainda mais com os 15 milhões de Bolsas Famílias. Portanto o número de 120 é até favorável ao governo.

B) De fato o desemprego não tem nada a ver com o salário mínimo e não me recordo do texto ter algo a ver com isso. Talvez a única referencia que tenha levado a um entimendo equivocado é que quem trabalha recebe pelo menos um salario mínimo, senão é subemprego ou vive de bicos que não geram receita formal e portanto deveria constar no percentual dos desempregados,.

C) Sim, o artigo relaciona sim, considerando o fato que segundo a lei, uma família que receba um Salário Mínimo, e aqui não digo que seja suficiente, já estaria fora do BF. Por fim a frase As pessoas não recebem BF porque estão sem trabalho. Recebem porque não têm renda. “ corrobora com o objetivo do artigo que é mostrar que o discurso do governo tem um erro grave, não dá para ter apenas 5% de desemprego e 34,9% de necessitados (considerando o número do PIA do IBGE).

Fora isso, é contabilidade criativa sim.