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Economista, Administrador, Analista de Sistemas e Pensador (forcei). Meu suporte está em Deus que me elegeu na eternidade como Seu filho sem nenhum mérito para mim, na minha esposa Verônica e meus filhos, os manos Accete, Raphael, Philipi e Victor. Amo a Deus sobre tudo. Mas não posso esquecer que sou Flamengo e tenho duas negas chamadas Penelope e Joaquina, a galega doida Lara Croft e a mulambo de estopa, Cocada.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Pitágoras, Sofisma e a Vigarice Argumentativa - I


Uma das coisas mais irritantes no diálogo é o que chamo de vigarice argumentativa. Argumentos sofísticos são por demais tediosos. Sempre fui um adepto do pensamento aberto e verdadeiro. Diga exatamente o que pensa, sem rodeios e isso torna a convivência bem mais fácil, e é claro esteja aberto a ouvir o que outro de fato pensa.

Mas diversos setores, a sua maioria na verdade, usa e abusa do sofismo para defender teses exdrúxulas, tentando mascarar o que de fato defendem.

Hoje me deparei com duas matérias que me chamaram a atenção. A primeira, uma simulação de notícia no portal Terra (pode ser lido aqui) tratando como seria a situação dos protestos deste fim de semana sob um regime ditatorial.

Ao incauto pode parecer uma boa matéria, porém lendo com mais cuidado vemos o gene do sofisma espalhado pelo texto. De cara a premissa adotada por Elisa Feres e Wagner Machado do portal Terra é falsa ao imputar ao protesto o sentido de pedido de volta da ditadura. Nada mais falso. Certamente no meio deveriam ter várias pessoas com esse pensamento mas a esmagadora maioria protestava contra a ideia de termos um governo cujo a mandatária está envolvida até o pescoço, pelo menos até onde qualquer pessoa com o mínimo de senso e honestidade enxerga, num lamaçal de corrupção. A esmagadora maioria das vozes pedia que a investigação seja levada a sério e de forma cabal o que inevitavelmente implicará no impeachment de Dilma. Se alguém tiver um post de Lobão e ou Bolsonaro pedindo a volta da ditadura me apresente, mas até hoje não os vi, nenhum dos dois defendendo tal coisa.

E porque eles provavelmente adotam essa vigarice? Porque não são verdadeiros o suficiente para adotar o discurso da vitimização e a consequente ideia de quem sofreu por algo tem agora todo o direito de agir errado em nome das "boas intenções". 

Não discuto a escolha democrática do governante, isso ocorreu , até que se prove o contrário, no entanto defendo a auditoria das urnas até como mecanismo de transparência, mas trato isso no próximo post, porém mesmo eleita democraticamente ela não está imune a um processo de corrupção, mesmo porque o número de eleitores foi menos de 40% do eleitorado, o que demonstra que a maioria da população não está de acordo. E da mesma forma que muitos apoiaram tempos atrás as manifestações contra Collor e mesmo a balbúrdia do ano passado há de se reconhecer o direito de quem não concorda com o momento atual em protestar.

Por fim uma pesquisa rápida na web mostra o perfil de esquerda engajada nos textos e posts da dupla que assina esse texto no portal Terra.


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Quero uma ditadura para chamar de minha.







Sou mais velho que a maioria que posta coisas na web mas mesmo assim não vivi a ditadura no seu início, apenas a derrocada dela no fim da década de 70 quando comecei a me entender como gente, como diziam os antigos, rio um pouco de neguinho com menos de 60 anos que se arvora em alto conhecedor daqueles anos. O que sei é o que li a respeito. 

Li tanto BRASIL NUNCA MAIS como BRASIL SEMPRE.










Sempre me interessei em ler os dois lados. E uma coisa clara é que naquele momento se decidia por duas ditaduras, nem uma delas boa. As duas teriam viés sangrento e as duas não durariam muito. Acho impossível julgar qual seria melhor.

Isso em nada diminui o que foi feito de errado, mesmo porque o golpe dentro do golpe de 1968 que levou Costa e Silva ao lugar de Castelo Branco mudou o rumo das coisas. É importante notar que em 1968 Castelo Branco era da ala que defendia o retorno da DEMOCRACIA.

Mas o que gostaria mesmo de abordar é a hipocrisia recorrente de boa parte dos que combatem as manifestações contra Dilma e o PT sobre valorizando os parcos cartazes pedindo a volta dos militares.

Não me recordo de nenhum desses levantando qualquer voz para criticar a ditadura cubana, venezuelana. Criticar ditaduras africanas apoiadas por este governo. 

Falta o mínimo de coerência desse pessoal. Defender suas ideias usando o esmagamento da oposição pelo estado pode, mas se for ao contrário dão piti. 

Posso até ter deixado de ter alguns contatos durante esse ano, mas uma coisa não deixo, ter coerência e princípios em qualquer situação.

Era muito pequeno, mas teria a mesma coerência em lutar contra qualquer ditadura ao mesmo tempo que tenho coragem de lutar contra qualquer tipo de terrorismo.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Fora Dilma e leve essa gentalha junto com voce.

Nunca votei e nunca votarei no PT.



Desde a primeira eleição em que estiveram presentes tenho a mesma opinião sobre Lula e sua turma. Antes até achava que dentro do PT existiam alguns inocentes úteis, que com o passar do tempo foram sendo corrompidos até na ética pelo líder o qual sempre entendi como um aproveitador, mentiroso, egoísta e preguiçoso.

O passar do tempo só fez confirmar para mim essas características nefastas, na verdade aprofundar minha convicção sobre ele e sua turma.

Se no começo minha ojeriza era mais firmada nas opções ideológicas de esquerdismo totalitário e intolerante, a estas foram acrescidas meu asco a roubalheira, falta de caráter e viés fascista se exacerbando.

Rio, quando vejo seguidores da seita lulopetista resmungando contra as críticas, mesmo as exageradas. Somos, nós que não participamos da mesma fé cega, rotulados todos de classe média odienta e reacionária, apesar de que grande parte de seu apoio esteja exatamente na classe média brasileira forjada artificialmente por pessoas que vivem em função do emprego público.

Na mistificação da seita lulopetista, vemos uma glamourização da vitimização, onde os realmente necessitados nada mais são do que massa de manobra, revivendo aqui no Nordeste o coronelismo, onde o peão vivia em função da benesses e sob o cabresto do dono de engenho. Só que agora de forma mais cínica, já que o dinheiro usado para escravizar o pensamento do peão é dos outros. Não, não sou contra programas assistenciais, mas transformar isso em política partidária demonstra a falta de caráter dessa turma.

Outra estratégia é a comparação constante com o FHC, tentando rotular o PSDB como liberal, o que nunca foi, basta ler o que FHC e Serra escreviam em seus momentos SEPAL. Mas para essa turma ler dá muito trabalho.

Mas o principal aqui nem é mais discutir um modelo econômico ou político, e sim o viés antidemocrático desse pessoal, seu apoio a grupelhos terroristas, nacionais e internacionais, ou o que seriam o MTST de Boulos, o MST de Stedile, e o Levante Islâmico? Movimentos sociais? Deixa de brincadeira.

Se você vai querer manter essa turma, não tenho qualquer dúvida em afirmar que faz parte de um desses grupos: os tolos beneficiados, os idiotas que não querem dar o braço a torcer, ou os expertos mais beneficiados ainda.

Sou a favor da democracia e defendo ferrenhamente inclusive o direito dos idiotas votarem, mas não me peçam para achar que isso é bom para o país. Temo pelo que fizeram ao Brasil, mesmo que afastemos os petralhas do poder, ainda levaremos décadas para recuperar a nossa sociedade desse mal, mas temo ainda mais pelo que teremos que enfrentar daqui para frente se essa turma tiver mais tempo para destruir tudo que foi construído no Brasil pós regime militar.

Gostaria muito de ter um candidato que de fato representasse aquilo que defendo, Democracia , Liberdade e Justiça. Mas vou ter que me conformar em votar em alguém que tenha algo próximo disso no primeiro turno, e no segundo, se ele não passar, escolher qualquer alternativa entre Aécio e Marina, dos quais nenhum dos dois me agrada. Mas entre qualquer um destes e Dilma, tenho absoluta certeza que escolher o poste de Lula será decidir pela avacalhação final do meu país, e jogar perigosamente com as liberdades individuais, de imprensa, por em risco a democracia conquistada, não por grupelhos de foice e martelo.

Por último, falando como cristão, não compreendo um cristão votando em alguém que defende valores totalmente contrários aos nossos, tais como aborto, fim da família como a conhecemos e defendemos. Tolerância não é a mesma coisa que concordância.


E tenho dito.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

TERROR INIMAGINÁVEL!



De tudo que já foi dito sobre o Vexame Monumental de Ontem queria apenas corroborar ou acrescentar o seguinte:

1. Foi sim um resultado catastrófico. Nenhuma, repito, nenhuma seleção de ponta tomou uma goleada dessas em jogos oficiais;

2. Scolari ir para a TV e dizer que assume a culpa, é mais uma vigarice dele, peça demissão e cometa harakiri que eu acredito que voce está assumindo a culpa;

3. Não acho que o mundo vá acabar por causa desse jogo, mas também não acho que dá para ter uma atitude blasé e ficar repetindo que é só um jogo de futebol; E sim, estou sem coragem sequer de encarar a minha cachorra que é um dog alemão, Preta e usa uma coleira vermelha;

4. Nenhum técnico de time nenhum seria mantido no cargo depois de uma derrota dessas;

5. A imprensa esportiva brasileira por medo ou outros interesses vinha blindando um time sem a menor condição técnica e emocional de disputar uma copa e agora se vê constrangida a criticar aqueles que até um dia desses eles defendiam;

6. Ficou claro que o time foi, e sempre foi, um bando sem coordenação, sem direção e sem alguém que impusesse autoridade; Faltou alguém como Didi em 58 com autoridade moral e técnica para ir buscar a bola com calma após o primeiro gol e dar tranquilidade e por ordem na casa;

7. Não foi apenas o fato de ter tomado 3 gols em 3 minutos, coisa que nem time de mirim ou fraldinha toma mais, mas como tomou, nem em 1998 na final contra a França tivemos uma postura tão abestalhada;

8. Mais uma vez ficou claro que o Scolari como técnico não passa de um motivador de quinta, e que a sua família não estava preparada para disputar uma competição como essa. Já tinham se descontrolado emocionalmente contra a poderosa (!?) Colômbia, distribuindo catiripapos e rasteiras em profusão, e ontem nem isso foram capazes de fazer;

9. Em relação a futebol podemos dizer que só mesmo arrogância, prepotência e teimosia levaram a escalação de Bernard e a manutenção de Fred no time; A crença e confiança apenas nos superpoderes (!?) do menino Neymarrrrrrrrrrr, já tinham demonstrado ser uma aposta equivocada, quando quase perdemos do México;

10. O uso político que o governo tentou fazer do pífio sucesso, o ignis fatuus, também prejudicou e isso fica claro nas declarações do David Luiz que queria dar "Alegria ao meu povo". És rei cara pálida? Um seleção emocionalmente desequilibrada e com foco descalibrado.

A seleção da Alemanha é isso tudo? Não. A seleção brasileira é nada? Não. Mas ontem foi.

Por fim nem parei ainda para pensar que história vou inventar quando tiver que falar com meus netos sobre a copa de 2014 no Brasil. 1950, 1974, 1982 e 1998 perdem qualquer importância diante desta. Barbosa de 1950, Zagalo em 1974, Cerezzo em 1982, Ronaldinho em 1998 estão totalmente absolvidos, ou pelo menos esquecidos em seus infortúnios. 

Duvido que essa geração que aí está consiga se recuperar emocionalmente. Vão continuar suas carreiras ganhando títulos em seus clubes e ganhando muito dinheiro, mas na seleção, não vejo como permanecerem.

Não foi apenas "uma" derrota. FOI A DERROTA. Essa página horrenda da história do futebol brasileiro creio que jamais será igualada por mais que se tente. Faltam adjetivos para denotar o que foi esse Alemanha 7 x 1 Brasil. Acachapante, Vergonhoso, Ignomínia, Ultrajante, tudo isso não é suficiente para descrever.

Continuo brasileiro, e não confundo futebol com política, apesar de muitos, inlcusive o governo ter adotado essa postura.

Mas acho que meu interesse pela seleção brasileira de futebol acabou ontem de forma quase definitiva, não pela derrota em si, mas por ter faltado claramente, parafraseando Collor, aquilo roxo.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

VAI TER COPA E EU VOU TORCER



Não há mais dúvida, vai ter copa sim. E eu como brasileiro, vou torcer, pelo Brasil, quero o Brasil campeão.

Porém isso não fecha meus olhos para questões óbvias, a despeito de nossa GovernAnta, querer ressuscitar o bordões da ditadura militar, associando futebol e política. Aliás, associação de futebol e política só serve, e serviu, a beneficiar os políticos e malfadar o futebol.

Falando primeiro de futebol, não sou fã do Felipão, o qual conheço desde que era apenas Luis Felipe, um zagueiro botinudo e desleal jogando pelo CSA/Al, pelo contrário, não acho que seu jeito de conduzir o futebol seja benéfico, nem tampouco ético e honesto. 

Sobre a seleção em si, vi muita gente comemorando como bom o fato da convocação não ter polêmicas, eu, pelo contrário acho isso péssimo, significa que só temos isso aí mesmo, e olhe lá, dê-se por satisfeito. Preferia quando discutíamos se devíamos ter como cabeça de área Falcão, Batista, Andrade ou Toninho Cerezo. Mas vamos lá, em se tratando de futebol, mesmo os menos empolgados como eu, torceremos pela seleção. Confesso que tivesse um jogo de juniores do Flamengo no mesmo horário eu iria assistir o jogo do Flamengo. Mas isso é outro papo.

Mas também, não estou na turma dos que acham que os que preferem que o Brasil perca devem ser extraditados para um Gulag na Sibéria. Cada um com seu cada um. Não vejo a seleção, discordando de Nelson Rodrigues, como a pátria de chuteiras, se o Brasil perder, não mudará muito meu humor.

E isso nos leva a segunda questão, a tentativa de nossa PresidAnta, em associar aqueles que protestam contra os absurdos do seu governo a um pessoal não patriota que deseja sempre o mal do Brasil, incluindo aí a Seleção de Futebol.

Não minha senhora, não é assim, os que protestam, reclamam exatamente do uso do futebol com fins eleitoreiros e a corrupção e desmandos que grassam no governo da senhora. É bobagem afirmar que o dinheiro gasto na copa resolveria os problemas do Brasil. Foram R$ 30 bilhões, isso dividido pelos 200 milhões de brasileiros, daria R$ 150 por pessoa, ou seja, não é esse o problema, nem mesmo se distribuíssemos pelos Bolsas-Famílias seria grande coisa, R$ 2.000 por Bolsa.

O que se questiona é a prioridade dada por este governo da senhora ao evento, e apenas na construção das Arenas (aliás essa nova nomenclatura é uma das coisas mais chatas que existem na imprensa), o fato das mesmas terem absorvido dinheiro público, de várias delas virarem elefantes brancos após a copa, estádios construídos em locais onde nem há futebol de relevância.

O que se crítica é que nenhum grande legado se deixará de fato a população brasileira. Apenas empreiteiras e sabe-se lá mais quem na obscuridade se beneficiaram da Copa das Copas. Claro a FIFA também.

Uma das coisas que vejo como boas, é que percebo a população em geral, inclusive a classe menos esclarecida, começando a separar as duas coisas, pelo menos em boa parte, mesmo na maioria.

E é isso que devemos fazer, torcer pela seleção, de acordo com seu amor por futebol e pela seleção, protestar sim, pelos desmandos deste governo, receber bem os que nos visitam, sem no entanto esconder nossas mazelas.

Em outras palavras, aprender um pouco sobre cidadania. E lá, no ainda aparentemente distante outubro, votar conscientemente e tirar do poder aqueles que tentam transformar o Brasil em mais uma republiqueta bolivariana.

Não me acanho de cantar, como cantei em outros momentos:

200 milhões em ação
Prá frente Brasil
Salve a Seleção

E isso não me faz um alienado.

Ao mesmo tempo faço questão de gritar

Fora Dilma e leva o PT com voce.

E isso me faz apenas mais um brasileiro, nem inimigo da pátria dona GovernAnta.

terça-feira, 10 de junho de 2014

SUCESSO NOS PROJETOS DE BI




Diretora de pesquisa do Gartner, Rita Sallam, afirma que usuários são impacientes e TI precisa trabalhar para que projeto atenda usabilidade, velocidade e relevância

Há cinco anos as soluções de análise aparecem na lista de prioridades dos CIOs elaborada anualmente pelo Gartner. Para 2012, essa tecnologia está no topo do ranking. Em tempo de big data, fazer um uso adequado e inteligente das informações nunca foi tão importante e não é a toa que a adesão deve crescer e, finalmente, muitos projetos de BI deslancharão.

Para se ter uma ideia de como anda o mundo do BI e das soluções analíticas, Rita Sallan, diretora de pesquisa do Gartner, afirmou, em apresentação no MicroStrategy World 2012, que apenas 28% dos potenciais usuários de BI têm acesso à plataforma atualmente. Embora a projeção aponte que, até 2020, esse nível deva chegar a 70%, a especialista entende que existem três elementos chave para ampliar a adesão: usabilidade, velocidade e relevância.

“As pessoas estão no Twitter, Facebook, Foursqaure, então é preciso pensar dessa forma. Fácil de usar, interface amigável, acesso rápido, senão não terá adoção. Os dispositivos móveis propiciam isso também”, avisa Rita.

Vamos, então, aos pontos levantados pela especialista:

- Impaciência: os usuários de BI estão cada vez mais impacientes e não querem um manual para uso do produto. Isso só reforça a necessidade de escolher um software que seja fácil de usar. “O critério número um de escolha é usabilidade”, aponta.

- Visual: nunca a estética esteve tão em alta na tecnologia quando o assunto é software e não hardware. O apelo visual das soluções tem sido extremamente importante, uma vez que está totalmente ligado à facilidade de uso. Rita lembra que dashboards e visualizações diversas têm crescido nos pedidos feitos tanto por usuários quanto por CIOs. As pessoas querem e precisam de algo que facilite o entendimento.

- Mobilidade: não há como fugir. A quantidade de usuários móveis nas empresas cresce a cada dia, assim como aqueles que fazem uso de soluções de BI e análises de forma geral. Eles querem o software disponível no tablet e no smartphone. Para a especialista, o mercado tem respondido bem. E, neste ponto, usabilidade, relevância e velocidade são mais que essenciais.

De acordo com o Gartner, até 2014, 33% dos softwares de análise serão consumidos por dispositivos móveis. Até o final deste ano, ao menos 55% das organizações que lançarem projetos de BI, os farão já com o lançamento móvel. Por fim, o instituto prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de BI em mobilidade ultrapassarão os projetos em PCs. “Trata-se de uma grande mudança de cenário”, entende Rita.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Como obter sucesso num projeto de TI




Porque muitas organizações se decepcionam com a chamada INFORMÁTICA?

De fato muitos fatores impactam no sucesso ou não de um projeto que lida com a Tecnologia da Informação, desde expectativas irreais, passando por falta de preparo da organização, erros de avaliação de necessidades e capacidades, bem como fornecedores de produtos e serviços pouco compromissados com o sucesso do projeto.

Mas sem dúvida um erro que certamente será fatal, mesmo que os demais estejam bem alinhados, é menosprezar a figura do Gerente de Projeto.

Cada ação necessária precisa ser bem identificada, planejada de forma encadeada com as demais e acompanhada de perto. A dinâmica natural de qualquer processo em nossas vidas não pode servir de desculpa para o improviso continuo de nossas ações.

Muitos dos custos exagerados nos processos de implantação de soluções de TI vem exatamente do método de tentativas e erros. Uma frase marcante do 16o presidente americano, Abraham Lincoln, nos dá uma medida da necessidade de preparação, “Se tivesse 9 horas para cortar uma árvore, passaria 6 horas afiando meu machado.”

A nossa pressa em cortar a árvores, nos faz muitas vezes despendermos bem mais de 9 horas por não afiarmos nosso machado previamente. As horas gastas em preparação e planejamento sempre serão recuperadas mais adiante, evitando gastos desnecessários.

Mas somente o planejamento não garante o sucesso, o acompanhamento, prevendo os riscos inerentes ao processo, antecipando os gargalos e a tomada de medidas corretivas antes de que um pequeno problema se transforme numa grave crise são também fundamentais.

Se você já passou por experiências ruins de projetos que pareciam um paraíso no início e se tornaram um caos durante sua implementação, provavelmente tentou atravessar esse processo sem um profissional qualificado para executar a gestão do projeto, e descobriu um pouco tarde que esse investimento gerou um custo alto, e o que é pior, ao invés do sucesso projetado, colheu uma mala que terá que arrastar sem alça por um longo tempo.


Pense nisso. O investimento num bom gestor de projetos é uma garantia de retorno no seu investimento, e a certeza de que a TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO não será uma esfinge voraz e indecifrável para sua organização.