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Economista, Administrador, Analista de Sistemas e Pensador (forcei). Meu suporte está em Deus que me elegeu na eternidade como Seu filho sem nenhum mérito para mim, na minha esposa Verônica e meus filhos, os manos Accete, Raphael, Philipi e Victor. Amo a Deus sobre tudo. Mas não posso esquecer que sou Flamengo e tenho duas negas chamadas Penelope e Joaquina, a galega doida Lara Croft e a mulambo de estopa, Cocada.

terça-feira, 10 de junho de 2014

SUCESSO NOS PROJETOS DE BI




Diretora de pesquisa do Gartner, Rita Sallam, afirma que usuários são impacientes e TI precisa trabalhar para que projeto atenda usabilidade, velocidade e relevância

Há cinco anos as soluções de análise aparecem na lista de prioridades dos CIOs elaborada anualmente pelo Gartner. Para 2012, essa tecnologia está no topo do ranking. Em tempo de big data, fazer um uso adequado e inteligente das informações nunca foi tão importante e não é a toa que a adesão deve crescer e, finalmente, muitos projetos de BI deslancharão.

Para se ter uma ideia de como anda o mundo do BI e das soluções analíticas, Rita Sallan, diretora de pesquisa do Gartner, afirmou, em apresentação no MicroStrategy World 2012, que apenas 28% dos potenciais usuários de BI têm acesso à plataforma atualmente. Embora a projeção aponte que, até 2020, esse nível deva chegar a 70%, a especialista entende que existem três elementos chave para ampliar a adesão: usabilidade, velocidade e relevância.

“As pessoas estão no Twitter, Facebook, Foursqaure, então é preciso pensar dessa forma. Fácil de usar, interface amigável, acesso rápido, senão não terá adoção. Os dispositivos móveis propiciam isso também”, avisa Rita.

Vamos, então, aos pontos levantados pela especialista:

- Impaciência: os usuários de BI estão cada vez mais impacientes e não querem um manual para uso do produto. Isso só reforça a necessidade de escolher um software que seja fácil de usar. “O critério número um de escolha é usabilidade”, aponta.

- Visual: nunca a estética esteve tão em alta na tecnologia quando o assunto é software e não hardware. O apelo visual das soluções tem sido extremamente importante, uma vez que está totalmente ligado à facilidade de uso. Rita lembra que dashboards e visualizações diversas têm crescido nos pedidos feitos tanto por usuários quanto por CIOs. As pessoas querem e precisam de algo que facilite o entendimento.

- Mobilidade: não há como fugir. A quantidade de usuários móveis nas empresas cresce a cada dia, assim como aqueles que fazem uso de soluções de BI e análises de forma geral. Eles querem o software disponível no tablet e no smartphone. Para a especialista, o mercado tem respondido bem. E, neste ponto, usabilidade, relevância e velocidade são mais que essenciais.

De acordo com o Gartner, até 2014, 33% dos softwares de análise serão consumidos por dispositivos móveis. Até o final deste ano, ao menos 55% das organizações que lançarem projetos de BI, os farão já com o lançamento móvel. Por fim, o instituto prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de BI em mobilidade ultrapassarão os projetos em PCs. “Trata-se de uma grande mudança de cenário”, entende Rita.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Como obter sucesso num projeto de TI




Porque muitas organizações se decepcionam com a chamada INFORMÁTICA?

De fato muitos fatores impactam no sucesso ou não de um projeto que lida com a Tecnologia da Informação, desde expectativas irreais, passando por falta de preparo da organização, erros de avaliação de necessidades e capacidades, bem como fornecedores de produtos e serviços pouco compromissados com o sucesso do projeto.

Mas sem dúvida um erro que certamente será fatal, mesmo que os demais estejam bem alinhados, é menosprezar a figura do Gerente de Projeto.

Cada ação necessária precisa ser bem identificada, planejada de forma encadeada com as demais e acompanhada de perto. A dinâmica natural de qualquer processo em nossas vidas não pode servir de desculpa para o improviso continuo de nossas ações.

Muitos dos custos exagerados nos processos de implantação de soluções de TI vem exatamente do método de tentativas e erros. Uma frase marcante do 16o presidente americano, Abraham Lincoln, nos dá uma medida da necessidade de preparação, “Se tivesse 9 horas para cortar uma árvore, passaria 6 horas afiando meu machado.”

A nossa pressa em cortar a árvores, nos faz muitas vezes despendermos bem mais de 9 horas por não afiarmos nosso machado previamente. As horas gastas em preparação e planejamento sempre serão recuperadas mais adiante, evitando gastos desnecessários.

Mas somente o planejamento não garante o sucesso, o acompanhamento, prevendo os riscos inerentes ao processo, antecipando os gargalos e a tomada de medidas corretivas antes de que um pequeno problema se transforme numa grave crise são também fundamentais.

Se você já passou por experiências ruins de projetos que pareciam um paraíso no início e se tornaram um caos durante sua implementação, provavelmente tentou atravessar esse processo sem um profissional qualificado para executar a gestão do projeto, e descobriu um pouco tarde que esse investimento gerou um custo alto, e o que é pior, ao invés do sucesso projetado, colheu uma mala que terá que arrastar sem alça por um longo tempo.


Pense nisso. O investimento num bom gestor de projetos é uma garantia de retorno no seu investimento, e a certeza de que a TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO não será uma esfinge voraz e indecifrável para sua organização.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Os ligerinhos são os mesmos que param em cima da faixa de pedestre.






Um dias desses em mais um embarque no aeroporto me deparei com uma cena recorrente. A atendente da companhia aérea chama para o embarque os passageiros e como de costume, as prioridades tem por assim dizer, prioridade no embarque.

Passam os idosos, os adultos com crianças, os demais com algum tipo de dificuldade de locomoção, sei o que é isso pois já fiquei quatro meses como cadeirante e mais quatro como muletante.

Mal esse pessoal começa a caminhada pelo portão de embarque, o que em alguns aeroportos como o de Recife, podem se assemelhar a uma meia maratona, até chegar a porta da aeronave, a atendente começa a liberar o restante do pessoal. 

Fiquem observando que sempre tem os ligerinhos. Aqueles que saem depois e chegam sempre antes. Ultrapassam idosos, crianças e saiam da frente porque alguns até atropelam as prioridades.

Fico me perguntando se esse pessoal acha que as prioridades não deveriam ter, por assim dizer, prioridade, ou eles acham-se mais espertos por passarem na frente dos demais.

Ora, se as pessoas com maior dificuldade de locomoção e acomodação são chamados antes, é porque eles precisam chegar antes na aeronave, sem serem empurrados e pressionados pelos demais, para que possam receber ajuda dos comissários. 

Somos de fato um povo na sua maioria de mal educados. Não tenho muitas dúvidas que esses mesmos ligerinhos, são os que param em cima das faixas de pedestres, avançam sinais e costuram tresloucadamente no transito. Furam filas, se aproveitam de tudo.

Existe uma lógica do embarque ser segmentado, e não se engane, o avião só vai decolar quanto todos embarcarem, por mais ligerinho que voce seja.

BOLSA FAMÍLIA X DESEMPREGO: Ou a Fábula de mais uma contabilidade criativa.





Vamos fazer um raciocínio matemático fácil. dá para qualquer um acompanhar.

O Brasil tem uma população aproximada de 200 milhões de habitantes.

Existe um conceito de população economicamente ativa, que nada mais é do que a soma de todos os adultos em condições de trabalhar. Segundo o IBGE essa população gira em torno de 43 milhões, na nomenclatura de Populacão em Idade Ativa. O que convenhamos é um número muito baixo. Tratemos com o percentual de 60% de pessoas economicamente ativas.

Esse percentual vai dar cerca de 120 milhões de pessoas em condições de trabalhar. Pois bem, segundo o governo o desemprego é de apenas 5%, ou seja 6 milhões de desempregados.

Nosso governo paga quase 15 milhões pessoas no Bolsa Família.

Considerando que o Bolsa Família deveria ser pago aquelas famílias sem renda, e segundo limites oficiais um trabalhador que recebe o Salário Mínimo já está fora do BF. 

Como explicar essa diferença contábil? E olhe que estamos considerando que os 120 milhões são solteiros e vivem só, porque se casarmos uma parte deles a diferença será ainda maior.

Sendo racional só vejo duas hipóteses:

1. PAGAMOS 9 MILHÕES DE BOLSA FAMÍLIA A QUEM NÃO PRECISA;

2. O DESEMPREGO NO BRASIL NÃO É DE APENAS 5% E SIM DE PELO MENOS 12,5%;


De fato calcula-se por contas honestas que o desemprego no Brasil gira em torno de 20 a 21% da população economicamente ativa.

Por outra, voces sabem como o governo chega aos 5%. Contando quem procurou emprego nas agencias governamentais. Quem não passa por lá, a turma dos bicos e dos que preferem a pouca miséria do BF não contam.

Isso é matemática, e a não ser que as ciências humanas de esquerda consigam derrubar, as leis da matemática são absolutas e não permitem desaforos.

Ps.:

O Post foi criticado dessa forma, a resposta segue abaixo

a) a primeira delas é que a taxa de desemprego não é um conceito diretamente ligado à população economicamente ativa e sim à população em busca de trabalho. O artigo desvirtua os conceitos estatísticos relacionados à taxa de desemprego e depois argumenta sobre os conceitos desvirtuados; Por isso ele faz a "bondade" de desconsiderar o número do IBGE, quase triplicando-o; porque sem fazer isso a conta dele faria sentido nenhum e assim parece fazaer algum. Pois não faz. 

b) índice de desemprego mede o percentual de pessoas que, estando sem trabalho, procurou trabalho durante o período anterior e não encontrou. E não tem nenhuma relação com salário mínimo.

c) o artigo tenta relacionar o bolsa família com o índice de desemprego quando, na verdade, as duas coisas não tem relação alguma. As estatísticas mostram que mais de 70 dos beneficiários do BF trabalham. E trabalham muito. O que nçao significa que consigam, com seu trabalho, alcançar uma renda mínima que garanta alguma dignidade. As pessoas não recebem BF porque estão sem trabalho. Recebem porque não têm renda. 

Essa busca incessante de alguns articulistas por dar consistências a essas expressões midiáticas, tais como "contabilidade criativa" e outras semelhantes, acaba provocando esse tipo de coisa. O cara não tem uma notícia. Ele tem uma opinião e faz a notícia sem pesquisa.



O texto é meu mesmo. E não é falacioso porque


A) O texto critica exatamente esse conceito brasileiro que só está desempregado quem busca emprego nas agência públicas, como está escrito no próprio texto. 
O conceito de PEA – População Economicamente Ativa, não é meu, ele é de aceitação mundial conforme aprendemos quando estudamos economia e administração. (http://professorsl.blogspot.com.br/2011/11/pea-populacao-economicamente-ativa.html) 
Esse conceito de que PEA só é quem busca emprego é criatividade brasileira. Óbvio que há de ser descontado do total além dos empregados com carteira assinada ou outro tipo de emprego formal, como funcionalismo do regime jurídico único, os empresários.
É um equívoco claro portanto considerar que no Brasil existam apenas 43 milhões de pessoas entre 10 e 60 anos. Mas vá lá que seja. 
Na ânsia de contestar não foi percebido que o aumento do número favorece a estatística governamental. Senão vejamos. Se usarmos o número de 43 milhões teríamos apenas 2,15 milhões de desempregados. Contrastando ainda mais com os 15 milhões de Bolsas Famílias. Portanto o número de 120 é até favorável ao governo.

B) De fato o desemprego não tem nada a ver com o salário mínimo e não me recordo do texto ter algo a ver com isso. Talvez a única referencia que tenha levado a um entimendo equivocado é que quem trabalha recebe pelo menos um salario mínimo, senão é subemprego ou vive de bicos que não geram receita formal e portanto deveria constar no percentual dos desempregados,.

C) Sim, o artigo relaciona sim, considerando o fato que segundo a lei, uma família que receba um Salário Mínimo, e aqui não digo que seja suficiente, já estaria fora do BF. Por fim a frase As pessoas não recebem BF porque estão sem trabalho. Recebem porque não têm renda. “ corrobora com o objetivo do artigo que é mostrar que o discurso do governo tem um erro grave, não dá para ter apenas 5% de desemprego e 34,9% de necessitados (considerando o número do PIA do IBGE).

Fora isso, é contabilidade criativa sim.




quinta-feira, 29 de maio de 2014

Manual do Esquerdismo Moderno



Para aprender a defender o indefensável basta decorar a tabela acima.

Podem pesquisar e vão encontrar em toda retórica da esquerda nacional pelo algumas frases montadas de acordo com esse manual.

É tiro e queda. Não tem como não ter.

Penso que isso é tabuada para eles. Já que de matemática essa turma não entende mesmo. O jardim socialista é aprender a recitar isso, já que aprender a ler de verdade já é pedir demais.

terça-feira, 29 de abril de 2014

GESTOR E PROTEÇÃO




Vemos muitas postagens sobre liderança, sobretudo as que falam de inspirar, elogiar etc. Queria no entanto abordar uma questão que muitas poucas vezes vi serem abordadas.

A PROTEÇÃO.

Sempre entendi que um dos papéis dos gestores é servir um pouco como como guarda-chuva ou pára-raios em relação ao seu pessoal. Não, não estou falando em acobertar a incompetência ou a indisciplina. 

Estou falando de absorver e filtrando, amortecer as cobranças externas ao setor. E principalmente saber qual o peso do seu papel, de sua atuação no que falta ao setor.

Muitos gestores não ofertam aos seus subordinados os recursos necessários a boa realização de sua atividade, mas ao menor sinal de cobrança sobre eles, cobram seus subordinados pela não efetividade do trabalho, como se realizar milagres fizessem parte das competências necessárias. 

E se seus subordinados não compreendem isso, são considerados não resilientes, ou como pessoas que não sabem usar sua criatividade.

Se voce é gestor, quer como executivo contratado ou como acionista, entenda que negar recursos e cobrar resultados é a melhor forma de estressar seu pessoal e expo-los a todo tipo de crítica, e por fim "comprovar" a ineficiência deles.

Assuma seu papel nos resultados e na falta deles, e saiba que uma de suas atribuições é proteger seu pessoal, cobrando-os na medida daquilo que lhes for oferecido como possível.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

A Graça, sem graça, tentou fazer Graça




Horas e horas de empulhação.

O depoimento de Graça Foster ontem no Senado foi no mínimo ridículo em todos os aspectos.

A presidente da Petrobrás, sra. Graça Foster, que não é nenhuma gracinha, tentou sem muito jeito fazer de  palhaços a todos os brasileiros.

Notem que ela parecia até constrangida diante do papel ridículo que esse governo da presidanta Dilma a fez cumprir. Ficou claro a cada momento quem nem ela acreditava no que defendia. Uma pena, já que até parece ser uma engenheira competente, de carreira na Petrobras.

Porém, como defender o indefensável. Alguém com o mínimo de honestidade, consegue achar que não houve má fé nesta aquisição da refinaria de Pasadena? E mesmo que ingenuamente, ou desonestamente mesmo, admitamos que foi apenas um erro estratégico, temos como admitir que o tratamento dado aos envolvidos não soa suspeito?

A Graça fez graça ao defender que o prejuízo não foi de comprar por R$ 1,2 bilhões algo que havia sido comprado por R$ 42 milhões, e sim comprar por R$ 1,2 bilhões algo que valia menos de R$ 200 milhões. Ahhhhhhhhhhh! Quanta diferença.

A outra graça que a Graça fez foi dizer que o tal do diretor, que fraudou e enganou o conselho, segundo a versão que se quer fazer crer, foi punido sendo transferido a uma diretoria menor. Peraí, é muito escárnio. Em qualquer empresa privada seria caso de demissão por justa causa e denúncia e processo criminal e cível.

Muitas perguntas permanecem sem resposta, mesmo porque a tal clausula de Put Option é comum, não apenas nos contratos da Petrobras, mas em qualquer outra situação similar mesmo em empresas privadas, em negócios desse porte.

Jogar toda a culpa no tal do Cerveró pode ser uma dessas duas coisas, um atestado da própria inépcia e incapacidade das pessoas do conselho, incluindo a presidente Dilma, ou um atestado de que querem fazer a todos de palhaço.

Simplesmente dizer que foi um mau negócio e vida que segue, é assumir que o dinheiro da Petrobras é tratado com leniência e mal cuidado por uma gestão ineficiente e pouco preocupada em cuidar dos bens públicos.

Mais uma vez, ou há incompetência, ou há má fé. Não tem como escolher uma terceira opção, pelo menos sem violentar a consciência.

Graça, mas uma vez faz uma gracinha, ao dizer que tem um montão de gente querendo comprar a refinaria.

Por fim Graça faz mais uma gracinha: "Faxina, não tem isso na Petrobras, não existe essa proposta. Não é o propósito da Petrobras. O propósito é intensificar a governança da companhia e apurar o que tem que ser apurado. O que a gente ter é ter menos surpresas e menos notícias não positivas para a imagem da nossa companhia"

Como assim? Deixemos para lá os erros e vamos apenas tentar não errar mais? Deve ser uma graça prestar serviço na casa da Graça, imaginem seu encanador gastar 5 vezes mais do que era necessário, e ela simplesmente diz, deixe para lá, vou apenas ver se dá próxima vez consigo fazer um serviço mais barato.

De fato é uma gracinha mesmo.