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Economista, Administrador, Analista de Sistemas e Pensador (forcei). Meu suporte está em Deus que me elegeu na eternidade como Seu filho sem nenhum mérito para mim, na minha esposa Verônica e meus filhos, os manos Accete, Raphael, Philipi e Victor. Amo a Deus sobre tudo. Mas não posso esquecer que sou Flamengo e tenho duas negas chamadas Penelope e Joaquina, a galega doida Lara Croft e a mulambo de estopa, Cocada.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Esse bolo cinzento em nossa cabeça tem alguma utilidade além de preencher um vazio

Comentários sobre um monte de baboseiras posto como artigo no R7 pelo André Forastieri.

No artigo ele diz

” A revista britânica Lancet publicou semana passada estudo que relaciona de forma conclusiva o Bolsa Família com a queda da mortalidade infantil. Dados de quase 3000 municípios brasileiros foram utilizados, no período entre 2004 e 2009.”

Não tive acesso a pesquisa inteira porque é fechada e custa US$ 31 os quais não me dispus a pagar para checar maiores informações. Porém na página de apresentação está escrito:

“In the past 15 years, Brazil has undergone notable social and public health changes, including a large reduction in child mortality. “

Look. Oh! I’m sorry. Veja que falam em 15 anos atrás, logo a pesquisa se refere a 1998 (2013-2015=1998) or not. E não ao periodo PTista de 2004 para cá.

Daí já se vê o compromisso ideológico do artigo.

No Brasil, assim como na maioria dos outros países, essa taxa está reduzindo a cada ano. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a mortalidade infantil no Brasil segue em declínio. Em uma década (1998 – 2010) passou de 33,5 crianças mortas por mil nascidas vivas.


Se vê que o decréscimo da taxa de mortalidade infantil no Brasil vem sendo significativo desde a década de 80 e não é um fenômeno que tenha se acelerado nos últimos anos do governo PTista. De fato entre 1980 e 1990 a queda foi de 41,74%. Muito superior aos 19,4% apresentados na pesquisa.


Logo essa associação bombástica entre as duas questões é questionável, além de se estender a um período bem anterior ao citado no artigo.

Outra idiotice citada é:

“É evidente que se o mundo tivesse dois bilhões de pessoas, em vez de sete, estaríamos melhor na fita. Quanto menos pobre, menos pobreza... “

Não sei em qual faculdade de economia esse parvo estudou que associa o fato de população pequena corresponder a maior riqueza. Hoje existe inclusive uma preocupação entre os países europeus que sofrem com uma diminuição demográfica. Alguém poderia dizer ao parvo que uma das principais razões da formação de blocos econômicos é a ampliação de mercados?

Outra tolice dita é:

“O Bolsa Família, portanto, salva vidas. Não é uma solução permanente. É uma operação de emergência, necessária hoje e todo dia. Sua missão fundamental é salvar vidas em perigo, vidas que enfrentam uma calamidade permanente “

Afinal o bolsa família é emergencial e não é uma solução permanente ou é para hoje e todo dia durante a calamidade que é permanente?

Ele segue citando benefícios dados na Inglaterra. Bem vamos aos fatos. Na Inglaterra são atendidos cerca de 2 milhões que representam 3,33% da população. No Brasil temos 13,8 milhões de bolsas, considerando uma família de 4 pessoas dependente deste recursos teremos cerca de 40 milhões de atendidos ou cerca de 25% da população. Logo essa comparação é totalmente despropositada.

Diz ainda:

“O PT explora politicamente o Bolsa Família? Claro, é isso que governos fazem, e oposição idem. Aécio Neves até já disse que quem criou o Bolsa Família foi o PSDB (não foi, mas criaram coisas parecidas. Lula, quando o Fome Zero não decolou, reempacotou os benefícios criados pelos tucanos, engordou um tanto o bolo, e marketou magistralmente). Minha sugestão é que os governos estaduais e municipais da oposição criem seus próprios bolsa isso e bolsa aquilo. Que bom se os políticos disputarem nosso voto nos dando dinheiro, em vez de tirar... “

O que foi criado no governo Fernando Henrique foi o Vale Gás, o Vale alimentação e foi iniciado o cadastro único que deu origem ao Bolsa Família, o qual aliás Lula criticava abertamente antes de ser eleito, como pode ser visto num vídeo no you tube  clicando aqui.

Mas o fim do parágrafo é de um idiotice ou de um mau caratismo sem tamanho. Alguém com o mínimo de inteligência pode entender que o dinheiro do bolsa qualquer coisa é uma bondosa doação dos políticos? Mesmo porque para os assalariados que são os que pagam as contas nestepaiz, mesmo sendo os odiosos perpetuadores de todo o mal, segundo Marilena Chauí, não é doado nada, muito pelo contrário. Temos recolhimentos impostos e depois ainda riem na nossa cara nos chamando de contribuintes.


Por fim ele derrama uma verborragia esquerdista comunista que além de idiota é anacrônica e furada em sua essência. Já dizia Margareth Thatcher, O socialismo acaba quando termina o dinheiro dos outros. Rico não paga imposto no Brasil cara pálida, pelo menos não na mesma proporção. Quem tem sustentado toda a máquina são aqueles que o governo classifica como classe média.

Por fim acrescento que não sou contra políticas assistencialistas desde que sejam limitadas e tenham em seu planejamento ações que visem torna-las desnecessárias ao longo de um tempo. E sou contra a forma e o uso deste mecanismo como está sendo feito no Brasil.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Sou contra a Pelofobia, gordinhofobia, cachinhofobia e qualquerumafobia.


Peludo, gordo e crespo. Mas sou um gatinho.






O Conar decidiu que não houve nenhum preconceito na propaganda Gillete.

Quem não sabe do que se trata veja aqui.




O comercial propriamente dito não consegui achar no youtube.

Mas lá vamos. Imaginem se a Gillete, e não, não estou fazendo gracinha de duplo sentido, produzisse um comercial sugerindo que seu produto poderia torna-lo hétero?

Haveria a mesma grita que estamos tendo agora em relação a essa pendenga da suposta homofobia?

Ativistas sairiam deixando seus pelos crescerem nas axilas, na face e onde mais cresçam?

Deputados pediriam a demissão imediata do presidente da Gillete mundial?

Os noticiários passariam a perseguir os acionistas e diretores da Gillete, publicando todas as frases em que eles digam que quando mais o povo quiser ficar lisinho é mehor?

Não creio nisso. 

Certamente alguns intelectualóides do senso comum, sem qualquer neurônio funcional, já devem estar estribuchando dizendo: "Mas isso é diferente". 

Diferente em que cara pálida? Ops. Fui aborígenefóbico, perdão.  

A principal defesa dos que defendem o direito a homossexualidade, não que eu concorde com ela, é que as pessoas já nascem geneticamente homossexuais.

E os peludos, gordinhos e ou com cabelos crespos, não nascem geneticamente assim? 

Ah! Mas aí eles não serão prejudicados por dizermos que as mulheres lindas de biquini na praia olharão com nojo. Como assim? Todos nós peludos nos sentiremos muito constrangidos de irmos a praia, nunca mais poderemos tirar nossas camisas. E o que dizer daqueles que tem pelos nos braços e nas pernas, só podermos frequentar a praia de terno e luvas. Ó que desgosto. Vamos a um harakiri coletivo, cortando nossos pulsos com Gilletes.

Ah! Mas afirmar isso não gera violência? Como não? A violência emocional de se sentir inferior, a nova raça humana peladinha. Quis dizer sem pelos.

Ah! Mas se depilar não faz mal a saúde. E os cortes, a irritação na pele, coceira quando os pelos crescem novamente?

Ah! Pelos são anti-higiênicos. E entrar naquele lugar, voces sabem onde, não é?

Portanto reivindico que todos os sindicatos, políticos politicamente corretos, artistas e demais ativistas, iniciem desde já uma campanha contra a Pelofobia da Gillete.

sábado, 13 de abril de 2013

A Incrível Estatística de Homossexuais Agredidos por Evangélicos







Esse assunto já encheu todos os sacos possíveis, mas como volta e meia aparece alguém postando algo sobre Marcos Feliciano queria fazer uma perguntinha.

Mas antes relembrando minhas opiniões :

1. Acho que o Marcos Feliciano fala muita besteira, inclusive do ponto de vista de interpretação  bíblica, fazendo quase sempre o que chamamos de exejegue ao invés de uma exegese;

2. Apesar disso ele tem todo o direito de dizer o que pensa onde quiser, sobretudo em sua igreja pois vivemos em uma democracia, até que os chatos politicamente corretos e sem raciocínio próprio, PTrovem o contrário;

3. Ele foi eleito democraticamente e por mais que possamos lamentar está no congresso porque mais de 200 mil eleitores assim o quiseram. Mas se vamos lamentar tem mais uns 500 na mesma situação;

4. Ele foi eleito presidente da CDH num acordo comum e dentro da legalidade no congresso;

Agora vai minha perguntinha bem simplista. Marcos Feliciano passou a ser encarnação de toda a suposta perseguição aos homossexuais, mesmo que es estatísticas digam o contrário, já que em PE, por exemplo, dados divulgados pela Secretaria de Segurança, demonstram que dos pouco mais de 30 casos de assassinatos envolvendo homossexuais, nenhuma era mulher, e todos os outros, nenhum foi por serem homossexuais, inclusive sendo vários passionais.

Mas voltando definitivamente a minha perguntinha, em qual estatística consta que a agressão a homossexuais, sobretudo as que de fato tem a ver com o assunto, foram feitas por pessoas que frequentam as igrejas evangélicas? Mas os intelectualóides podem dizer, mas o discurso dele influencia. E eu peço a algum dos sociólogos e ou psicólogos da frente anti-Feliciano, explique a este imbecil aqui que escreve esse post porque o único discurso que consegue influenciar pessoas que não os ouvem é o da tal suposta homofobia, os demais da alcoolfobia, adulterofobia, corruptofobia não influenciam ninguém.?

Devo ser mesmo muito imbecil para não enxergar o porque. Preciso da ajuda de voces.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

GLOBO e Voce tudo a ver. Mais do que voce admite.


Acho engraçado que todo mundo quando quer bater na imprensa, escolhe a Globo como defensora engajada do outro lado. Qualquer que seja este outro lado, esquerda, direita, liberal, conservador.

Já pararm para pensar que o objetivo da Globo como qualquer empresa capitalista é ganhar dinheiro, e quanto mais melhor? O que controla a ganância natural do capital é uma sociedade consciente de sua cidadania e seu poder. Organizada, mas nada a ver com os Zé ONGs brasileiros. (Emprestei o termo do Rica Perrone).

Antes de prosseguir tenho duas péssimas notícias:

1. O capitalismo é um sistema econômico perverso e selvagem;
2. Não descobriram nada além do capitalismo que funcione até hoje;

Voltando.

Se voce não gosta do que passa lá, muda de canal, ora Xongas. Vai ler um livro, navegar na internet, brincar com as crianças, dar uma caminhada, comer ou fazer sexo com sua mulher ou marido, ou o que seja. Tem tanta coisa interessante nessa vida.

O que aliás eu faço, sequer sei quem está apresentando o Jornal Nacional, deve ser ainda o Ken, sem a Barbie, e mais alguém, e nome de novela nem faço ideia. Pra ser honesto acho que tem uma que se chama Flor do Caribe, vi um dias desses uma propaganda em algum lugar. Aliás pela chamada da propaganda me lembrou uma chupada mal feita da obra do meu xará Dumas, O Conde de Monte Cristo. Esse livro vale a pena ler.

E não é só com a Globo. Alguém, por favor, me informa se o Sílvio Santos ainda está vivo.

A solução não é pensar em leis que limitem o que a mídia passa, e sim educar o povo. O controle da imprensa, vem do próprio povo a partir de um sentimento de cidadania e que assim pode exercer conscientemente suas escolhas.

Imprensa imparcial é conversa pra boi dormir. Nada que é escrito ou falado é completamente imparcial. Mesmo esse artigo aqui, sofre obviamente influência das coisas nas quais acredito. Sempre foi assim, e sempre será.

Os intelectuais do momento, se querem ser honestos de verdade, briguem por educação, não essa inclusão emburrecedora da política do governo atual, e sim educação na, e desde a, base, só assim talvez em 20, 30 anos poderemos estar colhendo frutos de fato.

O resto é blá, blá, blá sem resultado a não ser flertar perigosamente com o controle estatal, e com o fim da democracia.